É o que tem pra hoje!

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É, caro leitor, chega a ser inédita (me corrija por favor se eu estiver errado) essa carência tão grande de um nome de destaque que vista confortavelmente a camisa nove da seleção brasileira. Independente do número da camisa, antigamente, esses atacantes de referência existiam aos montes. Leônidas, Coutinho, Vavá, Amarildo (substituiu Pelé em 1962), Tostão, Roberto Dinamite, Reinaldo, Serginho Chulapa, Careca, Romário, Ronaldo. A discussão era escolher qual o melhor, quem ficaria no banco e qual seria cortado por falta de vagas de tão grande eram as ofertas jogando em alto nível.  Continue reading %s